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Fumaça vista após o que a polícia disse ter sido ataque aéreo de Israel na Faixa de Gaza. 06/02/2017 REUTERS/Mohammed Salem

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GAZA (Reuters) - O Ministério da Saúde de Gaza informou que um bombardeio de Israel em um túnel próximo da fronteira com o Egito matou dois palestinos nesta quinta-feira, mas os militares negaram qualquer envolvimento.

O porta-voz do ministério disse em comunicado que os dois homens foram "martirizados e cinco outras pessoas ficaram feridas como resultado de terem sido alvejadas por um avião de guerra israelense ao longo das fronteiras palestino-egípcias".

Uma porta-voz dos militares israelenses disse não ter conhecimento do ataque, que aconteceu antes do amanhecer.

Algumas horas antes, os militares disseram ter interceptado vários foguetes disparados da península egípcia do Sinai contra Eilat, cidade do sul de Israel. Um foguete caiu em uma área aberta, sem causar danos nem baixas, informou a polícia.

Nenhum grupo assumiu a responsabilidade pelos disparos de imediato.

No passado, grupos presentes no Sinai e ligados ao Estado Islâmico reivindicaram a autoria de ataques desse tipo. Gaza, que faz divisa com o Egito e com Israel, é controlada pelo grupo islâmico palestino Hamas.

O governo egípcio já acusou o Hamas de ajudar militantes ligados ao Estado Islâmico no deserto do Sinai. O grupo nega estas alegações.

Israel vem dizendo que o Hamas é o maior responsável pelo que acontece em Gaza.

O Hamas vem respeitando um cessar-fogo com o Estado judeu desde a guerra de 2014, mas pequenas células armadas de salafistas jihadistas vêm desafiando o acordo e disparando foguetes contra Israel ocasionalmente. Quando estes ocorrem, normalmente o Hamas ordena que seus combatentes esvaziem alvos em potencial da retaliação israelense.

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Reuters