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Cantor porto-riquenho Luis Fonsi durante show no Chile 22/02/2015 REUTERS/Eliseo Fernandez

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CARACAS (Reuters) - O cantor porto-riquenho Luis Fonsi rejeitou nesta segunda-feira o uso de seu sucesso "Despacito" por aliados do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em uma campanha para promover a realização de uma Assembleia Constituinte no país.

Maduro, que tem sido alvo de protestos constantes da oposição contra a convocação da Constituinte, reproduziu no domingo em um ato público uma versão da música, com a letra modificada, convocando a população a participar da iniciativa com a qual pretende reescrever a Constituição venezuelana.

Através de sua conta no Twitter, o cantor Fonsi disse que não autorizou o uso de seu tema e "muito menos em meio à situação deplorável que vive um país de que gosto tanto".

"Minha música é para todos aqueles que desejam ouvi-la e apreciá-la, não para usá-la como propaganda que tenta manipular a vontade de um povo que está pedindo aos gritos sua liberdade e um futuro melhor", acrescentou.

Maduro insiste que a Assembleia Constituinte é o caminho para pacificar a nação, incluir os subsídios populares na Constituição e estabelecer uma economia pós-petróleo, que permitiria à Venezuela se livrar da enorme dependência das exportações de petróleo.

(Reportagem de Fabián Andrés Cambero)

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