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Presidente da Argentina, Mauricio Macri 16/03/2017 REUTERS/Jorge Adorno

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BUENOS AIRES (Reuters) - A maior organização sindical argentina anunciou uma greve geral de um dia para 6 de abril, aumentando a pressão sobre o governo de centro-direita do presidente Mauricio Macri, seis meses antes das eleições parlamentares.

A CGT diz que as políticas de Macri, incluindo medidas de austeridade, como a redução de subsídios de combustível e eletricidade, estão resultando em salários reais mais baixos e perda de empregos.

"Há várias razões pelas quais essa greve está sendo convocada, e esperamos que ela leve o governo a reconsiderar e a realmente ouvir os setores mais necessitados”, declarou Carlos Acuña, líder da CGT, na TV local.

A CGT realizou protestos nas últimas semanas, mas a manifestação de 6 de abril será a primeira greve geral na Argentina desde que Macri chegou ao poder em dezembro de 2015, prometendo atrair investimentos e retomar o crescimento.

O anúncio da greve se dá em meio a negociações salariais duras entre governos de província e professores, que adiaram o início das aulas para muitas crianças.

Se Macri teve sucesso inicial nas relações com os sindicatos, as disputas recentes podem deixar preocupados investidores que querem ver mais reformas aprovadas no Congresso antes da eleição de outubro.

As reformas de Macri levaram a inflação a subir para cerca de 40 por cento em 2016, quando a economia contraiu.

Recentemente, contudo, tem havido sinais de melhora, incluindo crescimento econômico positivo na comparação mensal.

(Reportagem de Caroline Stauffer e Maximiliano Rizzi)

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Reuters