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Chefe do Grupo Samsung, Jay Y. Lee, acompanhado por agentes de segurança em Seul, na Coreia do Norte 19/02/2017 REUTERS/Kim Hong-Ji

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Por Joyce Lee e Yuna Park

SEUL (Reuters) - O bilionário chefe do sul-coreano Grupo Samsung, Jay Y. Lee, foi condenado nesta sexta-feira a cinco anos de prisão por pagamento de propina, em um divisor de águas para a ordem econômica do país, dominada há décadas por poderosos conglomerados familiares.

Após um julgamento de seis meses sobre um escândalo que derrubou a então presidente da Coreia do Sul, Park Geun-hye, um tribunal decidiu que Lee havia pago subornos em troca de favores de Park.

O tribunal também considerou Lee culpado de esconder bens no exterior, de fraude e de perjúrio.

Lee, o herdeiro de 49 anos de um dos maiores impérios corporativos do mundo, estava detido desde fevereiro sob acusações de que teria subornado Park em troca de ajuda para garantir o controle de um conglomerado que é dono da Samsung Electronics, a líder mundial em produção de smartphones e chips, e que tem interesses que variam de medicamentos e utensílios domésticos a seguros e hotéis.

"Esse caso é uma questão de Lee Jae-yong e executivos do Grupo Samsung, que estavam se preparando constantemente para a sucessão de Lee... subornando a presidente", disse o juiz do Tribunal Distrital Central de Seul, Kim Jin-dong, usando o nome coreano de Lee.

O magistrado disse que como o herdeiro aparente do grupo, Lee "estava na posição de se beneficiar mais" de qualquer favor político para a Samsung.

Lee negou qualquer infração e um de seus advogados, Song Wu-cheol, disse que ele recorrerá à decisão.

(Reportagem adicional de Jack Kim, Hyunjoo Jin e Dahee Kim)

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Reuters