PEQUIM (Reuters) - A China disse na sexta-feira que está disposta a ter mais discussões com todas as partes envolvidas, incluindo a Índia, sobre colocar na lista negra o chefe do grupo militante baseado no Paquistão, Jaish-e-Mohammed (JeM), que reivindicou responsabilidade pelo ataque a um comboio paramilitar na Caxemira, em fevereiro.

A China impediu um comitê do Conselho de Segurança da ONU, na quarta-feira, de colocar na lista negra o fundador do JeM, Masood Azhar.

A Índia afirmou que ficou decepcionada com o bloqueio, que motivou pedidos por boicotes a produtos chineses em redes sociais domésticas, enquanto os Estados Unidos disseram que essa medida seria contra o objetivo que compartilha com a China de buscar a paz e a estabilidade na região.

Em um comunicado enviado por fax à Reuters, no fim da noite de sexta-feira, o ministério de Relações Exteriores da China reiterou que o "bloqueio técnico" à lista negra foi para dar mais tempo para que o comitê faça consultas e estude o assunto.

(Por Ben Blanchard)

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