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Porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da China, Hua Chunying, durante coletiva de imprensa, em Pequim 06/01/2016 REUTERS/Jason Lee

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PEQUIM (Reuters) - A China, aliada da Venezuela, disse nesta segunda-feira que a história mostra que interferência externa e sanções unilaterais apenas deixam as situações mais complexas e não ajudam a resolver problemas, depois que os Estados Unidos impuseram novas sanções contra o país sul-americano.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou na sexta-feira um decreto presidencial que proíbe transações com novos títulos de dívida do governo da Venezuela ou de sua petroleira estatal PDVSA. na tentativa de interromper o financiamento que alimenta o que os EUA afirmam ser uma “ditadura” do presidente Nicolás Maduro.

Maduro, que tem frequentemente culpado os Estados Unidos por travar uma "guerra econômica" na Venezuela, disse que os EUA estão tentando forçar a Venezuela à inadimplência, mas que não será bem-sucedido.

Perguntada sobre as novas medidas dos Estados Unidos, a porta-voz do Ministério de Relações Exteriores chinês, Hua Chunying, disse que o posicionamento da China tem consistentemente sido de respeitar a soberania e independência de outros países e de não interferir em suas questões internas.

"O problema atual na Venezuela deve ser resolvido pelo governo venezuelano e pela própria população", disse a repórteres.

"A experiência da história mostra que interferência externa ou sanções unilaterais tornarão a situação ainda mais complicada e não ajudarão a resolver o problema atual", acrescentou Hua.

A China e a rica em petróleo Venezuela têm relações diplomáticas e comerciais próximas, especialmente em energia.

(Reportagem de Ben Blanchard)

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Reuters