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Porta-avião chinês visto durante operação no Mar do Sul da China. 12/2016 REUTERS/Stringer

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PEQUIM (Reuters) - A China disse nesta terça-feira que se opõe à ação de outros países sob o pretexto de liberdade de navegação que mine sua soberania, depois de um porta-aviões dos Estados Unidos iniciar patrulhas no contestado Mar do Sul da China.

A Marinha dos EUA disse que o grupo naval norte-americano, que inclui o porta-aviões da classe Nimitz USS Carl Vinson, iniciou "operações de rotina" no Mar do Sul da China no sábado em meio a crescentes tensões com a China sobre a contestada região.

"A China sempre respeitou a liberdade de navegação e sobrevoo de que todos os países desfrutam sob a lei internacional", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês Geng Shuang em briefing diário com a imprensa.

"Mas nos opomos consistentemente a países relevantes ameaçarem e prejudicarem a soberania e segurança de países litorâneos sob a bandeira da liberdade de navegação e sobrevoo", disse Geng no primeiro comentário oficial da China sobre a mais recente patrulha dos EUA desde que ela teve início.

"Esperamos que países relevantes possam fazer mais para salvaguardar a estabilidade e a paz regionais", disse.

O porta-aviões norte-americano não se referiu à sua operação mais recente no Mar do Sul da China como patrulha de "liberdade de navegação".

No ano passado, navios dos Estados Unidos conduziram várias patrulhas deste tipo para combater quaisquer esforços de limitar a liberdade de navegação nessa região marítima estratégica.

(Reportagem de Michael Martina)

Reuters