Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

BOGOTÁ (Reuters) - As Forças Armadas da Colômbia receberam autorização para realizar ataques aéreos contra gangues criminosas e dissidentes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) que se recusaram a aderir a um acordo de paz com a antiga guerrilha e preferiram continuar traficando drogas e cometendo outras atividades ilícitas, disse o Ministério da Defesa colombiano nesta terça-feira.

Até mil membros das Farc recusaram os termos do acordo do ano passado com o governo, optando por continuar armados, combater a lei e lucrar com drogas e mineração ilegais.

Desde 1964 o conflito matou mais de 220 mil pessoas e deslocou milhões.

O decreto presidencial permite que as tropas bombardeiem dissidentes das Farc e gangues criminosas com aviões e helicópteros e blinda os militares de processos criminais, explicou o ministério em um comunicado.

As operações aéreas só podem ser realizadas se não houver civis nas imediações.

Os ataques aéreos foram a arma mais eficaz na luta do governo contra as Farc, empurrando combatentes para florestas inóspitas e matando altos comandantes rebeldes.

A estratégia também foi usada contra o Exército de Libertação Nacional (ELN), hoje o maior grupo guerrilheiro ativo na Colômbia, que está envolvido em conversas de paz com Bogotá. Os dois lados iniciaram um cessar-fogo bilateral em outubro.

(Por Luis Jaime Acosta)

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

Reuters