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BOGOTÁ (Reuters) - O comandante dos rebeldes do ELN na Colômbia ordenou aos combatentes que comecem um cessar-fogo neste fim de semana, num momento em que o grupo enfrenta complicadas negociações de paz com o governo, com o objetivo de acabar com cinco décadas de guerra.

Nicolas Rodríguez, conhecido pelo apelido Gabino, disse aos guerrilheiros do Exército de Libertação Nacional (ELN) que iniciem sua participação em um acordo bilateral de cessar-fogo com o governo do presidente Juan Manuel Santos, que começa no domingo e vai até meados de janeiro.

O ELN está em negociações no Equador para encerrar sua parte em um conflito envolvendo tropas governamentais, rebeldes esquerdistas, grupos criminosos e paramilitares de direita. Desde que as negociações começaram, em fevereiro, o ELN continuou a sequestrar reféns em busca de resgates e, nas últimas semanas, intensificou ataques a bombas contra companhias de petróleo.

"Não foi fácil chegar a este acordo, mas finalmente conseguimos isso. Desde que as negociações começaram com o governo de Santos, insistimos na urgência deste cessar-fogo porque ele interrompe ações ofensivas e traz alívio humanitário importante para a população colombiana", disse Rodríguez em uma mensagem de vídeo.

Durante o cessar-fogo, acordado em 4 de setembro, o grupo insurgente prometeu suspender a tomada de reféns, ataques a estradas e instalações de petróleo, uso de minas terrestres e recrutamento de menores. Por sua vez, o governo concordou em melhorar a proteção para líderes comunitários e as condições para cerca de 450 rebeldes presos.

(Reportagem de Helen Murphy)

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Reuters