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Kellyanne Conway durante evento em Washington. 27/1/2017. REUTERS/Yuri Gripas

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Por Gina Cherelus

(Reuters) - Uma assessora do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se corrigiu nesta sexta-feira depois de uma enxurrada de críticas por ter se referido a um "massacre" de 2011 em Kentucky que jamais ocorreu para defender o decreto presidencial que impede temporariamente a entrada de imigrantes de sete países de maioria muçulmana nos EUA.

Durante uma entrevista a Chris Matthews, da rede MSNBC, na quinta-feira, a conselheira e porta-voz da Casa Branca Kellyanne Conway disse que o decreto recente de Trump se justifica em parte por causa do "massacre de Bowling Green" de quase seis anos atrás, que nunca aconteceu.

Conway retificou sua fala nesta sexta-feira em uma postagem no Twitter, dizendo: "Os erros genuínos abundam".

A frase "massacre de Bowling Green" foi o maior trending topic do Twitter durante a manhã desta sexta, quando milhares de usuários da rede social ridicularizaram o equívoco de Conway.

Falando na televisão no final da quinta-feira, Conway tratou de dois iraquianos que foram aos EUA e se radicalizaram, acrescentando, erroneamente, "e eles foram os mentores do massacre de Bowling Green".

Depois ela disse: "A maioria das pessoas não sabe isso porque não houve cobertura".

De fato, em maio de 2011 dois iraquianos foram presos na cidade de Bowling Green, no Kentucky, e acusados de tentarem enviar armas e dinheiro para a Al Qaeda no Iraque. Eles admitiram ter usado artefatos explosivos improvisados contra soldados norte-americano naquele país.

Conway escreveu no Twitter que quis dizer "terroristas de Bowling Green" no programa, e também repudiou um repórter de TV por criticá-la.

"Um repórter da NBC me mandou mensagem de texto às 6h32: uma história diferente; nunca perguntou o que eu quis dizer no (programa) @Hardball b4 me criticando no @TODAYshow Não é legal, não é jornalismo", escreveu Conway.

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Reuters