Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Governista Lenín Moreno comemora vitória anunciada pela autoridade eleitoral do Equador 04/04/2017 REUTERS/Mariana Bazo

(reuters_tickers)

QUITO (Reuters) - O socialista Lenín Moreno foi declarado nesta terça-feira o vencedor da eleição presidencial no Equador pelas autoridades eleitorais, mas seu rival conservador contesta o resultado em meio a protestos nas ruas.

Com quase todos os votos apurados, Moreno obteve 51,16 por cento dos votos, contra 48,84 de Guillermo Lasso, o que equivale a uma diferença de 230 mil votos, anunciou o Conselho Nacional Eleitoral.

"Hoje, 4 de abril de 2017, com 99,65 por cento do total de apuração, podemos informar os resultados oficiais, irreversíveis, do segundo turno das eleições presidenciais", disse Juan Pablo Pozo, presidente da autoridade eleitoral, em cadeia de rádio e televisão.

Agora se abre um espaço para que partidos políticos apresentem pedidos de impugnação ou contestem a votação, o que atrasaria o anúncio de Moreno como presidente do país.

O candidato da oposição disse que vai contestar os resultados, uma vez concluída a apuração, e pedir uma auditoria do sistema informático do tribunal eleitoral, porque acredita que houve irregularidades.

A missão da Organização dos Estados Americanos (OEA) disse que seus observadores não encontraram discrepâncias e que reclamações devem tramitar pelo canal institucional.

Mas centenas de apoiadores de Lasso, um ex-banqueiro de 61 anos, foram às ruas em Quito, Guayaquil e outras cidades em todo o país para pedir recontagem dos votos.

"O Equador se pronunciou livremente nas urnas e é nosso dever cívico e ético respeitar a sua voz e voto", disse o presidente da autoridade eleitoral. "Parabenizamos o povo do Equador que elegeu legalmente e legitimamente presidente e vice-presidente."

(Reportagem de Alexandra Valencia)

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

Reuters