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NAÇÕES UNIDAS (Reuters) - A Coreia do Norte acusou o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) nesta sexta-feira de ter dois pesos e duas medidas por repudiar os recentes lançamentos de mísseis balísticos de Pyongyang enquanto ignora exercícios militares conjuntos “provocativos” entre Estados Unidos e Coreia do Sul.

O Estado normalmente recluso realizou sua quarta coletiva de imprensa na ONU este ano para pressionar por uma reunião de emergência do Conselho de Segurança a propósito dos exercícios, que Pyongyang acusa rotineiramente como preparativos de guerra.

O vice-embaixador norte-coreano na ONU, Ri Tong II, disse que seu país escreveu para o conselho de 15 membros, entre os quais estão EUA e Coreia do Sul, em 21 de julho para solicitar que o organismo aborde o tema, e que não recebeu resposta.

Ri alertou que as manobras militares podem levar à guerra e que “a responsabilidade total irá caber aos EUA e ao Conselho de Segurança da ONU por defender e apoiar ilegalmente os Estados Unidos”.

Diplomatas da ONU, falando sob condição de anonimato, disseram não haver planos de uma reunião, já que não há apoio à solicitação da Coreia do Norte entre os membros do conselho.

“Os EUA estão se comportando mal militarmente para minar o diálogo (entre as Coreias, tecnicamente ainda em guerra)… nos faz lembrar dos históricos sintomas duradouros de um paciente mentalmente retardado”, declarou Ri.

A Coreia do Norte sofre uma série de sanções da ONU, dos EUA e de outros países por conta de seus testes de mísseis balísticos e nucleares desde 2006, desafiando clamores internacionais para que os interrompa.

(Por Mirjam Donath)

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Reuters