Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, reage durante teste de mísseis. 30/05/2017 KCNA/via REUTERS

(reuters_tickers)

Por Ju-min Park e Jack Kim

SEUL (Reuters) - O líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, supervisionou o teste de um novo míssil balístico com um sistema de direcionamento de precisão e ordenou o desenvolvimento de armas estratégicas mais poderosas, relatou a agência de notícias oficial KCNA nesta terça-feira.

O míssil lançado na segunda-feira foi equipado com uma sequência de pré-lançamento avançada e automatizada, diferente das versões anteriores dos foguetes "Hwasong", o nome norte-coreano para seus mísseis da classe Scud, segundo a KCNA. Isso indicou que o Norte lançou um míssil da classe Scud modificado, segundo os militares da Coreia do Sul.

O míssil balístico de curto alcance caiu no mar no litoral leste da Coreia do Norte e foi o mais recente de uma série de testes de mísseis em desafio a pressões internacionais e ameaças de novas sanções.

Kim disse que o país recluso irá desenvolver armas mais poderosas em fases múltiplas, de acordo com seu cronograma, para defender a Coreia do Norte dos Estados Unidos.

"Ele expressou a convicção de que seria um salto adiante maior, neste espírito, enviar um 'embrulho de presente' maior aos ianques", em retaliação à provocação militar norte-americana, disse Kim, segundo a KCNA.

O lançamento de segunda-feira se seguiu a dois testes bem-sucedidos de mísseis de médio a longo alcance no mesmo número de semanas, e Pyongyang vem realizando tais testes em um ritmo inédito na tentativa de desenvolver um míssil balístico intercontinental capaz de atingir o território continental dos EUA.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

Reuters