Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Líder da Coreia do Norte durante evento de comemoração dos 85 anos do Exército Popular da Coreia. 26/04/2017 KCNA/Divulgação via REUTERS

(reuters_tickers)

SEUL (Reuters) - A Coreia do Norte exigiu nesta quinta-feira a entrega de "suspeitos de terrorismo" que teriam tramado o assassinato de seu líder, Kim Jong Un, com uma substância bioquímica, repetindo acusações que fez na semana passada segundo as quais espiões dos Estados Unidos e da Coreia do Sul estão por trás do plano.

Na semana passada, a agência de notícias estatal norte-coreana KCNA acusou a CIA e o Serviço Nacional de Inteligência sul-coreano de tramarem um complô para assassinar sua "liderança suprema" com uma arma bioquímica.

A tensão na península coreana está alta há semanas devido aos temores de que a Coreia do Norte possa realizar seu sexto teste nuclear ou lançar outro míssil balístico em desafio a resoluções do Conselho de Segurança da ONU.

"A Procuradoria-Central irá pedir a entrega destes criminosos e processá-los de acordo com as leis relevantes", disse o vice-ministro das Relações Exteriores norte-coreano, Han Song Ryol, a diplomatas estrangeiros e repórteres em Pyongyang, relatou a agência de notícias chinesa Xinhua.

A CIA e a Casa Branca não quiseram comentar a declaração do Ministério da Segurança Estatal norte-coreano na semana passada.

O serviço de inteligência sul-coreano disse que a acusação é "infundada".

Han "declarou a postura justificada do... governo de descobrir todos os maníacos terroristas e exterminá-los impiedosamente", disse a KCNA em uma reportagem sobre o comunicado.

Nem a KCNA nem a Xinhua detalharam quantos suspeitos a Coreia do Norte procura, ou quem são e onde estão, mas a Xinhua disse que o regime prometeu "caçar até o último dos suspeitos em todos os cantos da terra".

(Por Jack Kim)

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

Reuters