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CAIRO (Reuters) - Um tribunal criminal do Egito condenou o ex-ministro do Interior Habib el-Adly, que serviu ao presidente egípcio deposto Hosni Mubarak, a sete anos de prisão neste sábado depois de considerá-lo culpado de corrupção.

Adly havia sido acusado de desfalque de fundos públicos, e pode apelar do veredito na Corte de Cassação, a maior instância jurídica civil do país.

Funcionário de longa data que esteve no comando do temido aparato de segurança do Egito, Adly foi absolvido de outras acusações de corrupção dois anos atrás. Ele também foi inocentado em 2014, assim como Mubarak e seis assessores, de acusações relacionadas ao assassinato de manifestantes durante o levante de 2011 que levou à sua queda.

Além de Adly, a corte sentenciou duas outras autoridades ministeriais à mesma pena sem direito a condicional, como mostrou uma cópia do veredito obtida pela Reuters. A decisão ainda ordenou que os três homens devolvam um total equivalente a 108 milhões de dólares e os multou pelo mesmo valor.

(Por Haithan Ahmed e Mahmoud Mourad)

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Reuters