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Foto ilustrativa da sombra de uma pessoa ao lado de uma cruz vermelha. REUTERS/Juan Medina

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DACAR (Reuters) - Funcionários da Cruz Vermelha encontraram 115 corpos em Bangassou, cidade da República Centro-Africana que abriga uma mina de diamante, depois de vários dias de ataques de milícias, disse o presidente da unidade local do grupo de assistência nesta quarta-feira.

A batalha pelo controle da cidade marca uma nova escalada em um conflito iniciado em 2013, quando uma maioria de combatentes muçulmanos da etnia seleka depôs o então presidente do país, François Bozize, o que levou milícias cristãs a reagirem cometendo assassinatos.

Os confrontos recentes se concentraram em áreas ricas em diamantes no centro e no sul da nação que milícias rivais estão se enfrentando para controlar, disseram agentes assistenciais.

"Encontramos 115 corpos e 34 foram enterrados", disse Antoine Mbao Bogo à Reuters por telefone da capital Bangui. "Eles morreram de várias maneiras: de ferimentos de faca, porrete e bala."

Uma autoridade de alto escalão da Organização das Nações Unidas (ONU) havia relatado as mortes de 26 civis.

Centenas de milicianos portando armamento pesado tomaram Bangassou, localidade fronteiriça do sudeste, no final de semana, e desde então tropas de paz da ONU vêm tentando retomá-la.

O envio de soldados adicionais da ONU e ataques aéreos vêm ajudando as tropas de paz a retomar o controle de pontos estratégicos, disse Herve Verhoosel, porta-voz da ONU, nesta quarta-feira.

Os embates entre milícias na cidade central de Bria deixaram cinco mortos, acrescentou. A ONU também está tentando verificar a morte de até 100 pessoas na cidade de Alindao.

(Por Emma Farge; reportagem adicional de Tom Miles em Genebra)

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Reuters