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WASHINGTON (Reuters) - As novas restrições para imigrantes e refugiados significam também que residentes permanentes legalizados, conhecidos como detentores de "green card", da Síria e de outros seis países de maioria muçulmana terão que passar por aprovação para entrar nos Estados Unidos, com análise caso a caso, disse uma alta fonte da administração Trump neste sábado.

Em uma conversa com repórteres, funcionários do governo defenderam a amplitude e a execução do novo decreto presidencial assinado por Donald Trump na sexta-feira, em um movimento que causou confusão em aeroportos do mundo todo neste sábado.

Questionados sobre ações judiciais contra o decreto, as autoridades evitaram fazer comentários específicos, mas disseram que estrangeiros não têm um direito de entrada nos Estados Unidos, e classificaram como "ridícula" a noção de que a medida é um "banimento de muçulmanos".

Uma das autoridades destacou que Afeganistão, Malásia, Paquistão, Omã, Tunísia e Turquia são países de maioria muçulmana que não foram incluídos no decreto.

(Por Jeff Mason)

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Reuters