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WASHINGTON (Reuters) - A ex-agente de inteligência norte-americana Chelsea Manning questionou o legado de Barack Obama nesta quinta-feira depois de o ex-presidente democrata comutar sua pena de prisão na semana passada, e pediu "um líder progressista e intrépido" que lute pelos direitos das minorias.

Embora não tenha mencionado o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pelo nome, Manning escreveu no jornal britânico Guardian que "depois de oito anos de tentativa de compromisso e desrespeito implacável em troca, estamos rumando para tempos mais sombrios" e exortou os democratas a não fazerem concessões.

Trump respondeu em um tuíte, chamando-a de traidora e criticando a decisão de soltá-la.

"Chelsea Manning TRAIDORA ingrata, que nunca deveria ter sido libertada da prisão, agora está chamando o Presidente Obama de líder fraco. Terrível!", escreveu Trump.

Manning havia sido condenada a 35 anos de prisão depois de cometer a maior violação de informações sigilosas da história dos EUA em 2010 entregando segredos governamentais de seu país ao grupo Wikileaks.

Uma das últimas ações de Obama antes de deixar o cargo foi comutar a sentença de Manning para cerca de sete anos, período que termina no dia 17 de maio.

(Por Susan Heavey)

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Reuters