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Por Steve Gorman

LOS ANGELES (Reuters) - Quando os norte-americanos voltarem os olhos ao céu para acompanhar o primeiro eclipse solar de costa a costa nos Estados Unidos em um século, muitos usarão óculos escuros especiais, mas especialistas alertam o público para manter distância de imitações perigosas.

Os fabricantes de óculos certificados e testados correram para atender à procura súbita antes do eclipse de 21 de agosto, mas também se uniram a astrônomos e optometristas para alertar para os produtos falsos e defeituosos que estão inundando o mercado do país.

"É um bando de pessoas inescrupulosas cacifando o eclipse e colocando a segurança pública em risco", disse Richard Fienberg, secretário de imprensa da Sociedade Astronômica Americana (AAS).

Olhar para o sol sem filtros apropriados, mesmo quando ele está parcialmente obscurecido pela lua durante um eclipse, pode danificar ou destruir as células fotorreceptoras da retina, deixando pontos cegos no campo de visão da pessoa, dizem especialistas.

Óculos escuros especiais, feitos com filtros solares apropriados, permitem aos observadores olhar com segurança para o sol em qualquer ocasião por tempo indeterminado, segundo a AAS.

Embora os óculos escuros seguros para a contemplação do sol existam há mais de três décadas, nunca estiveram tão disponíveis ao público do que para o evento de 2017, que, segundo Fienberg, pode ser um dos eclipses solares totais mais vistos da história humana.

Isso se deve em parte ao fato de o espetáculo deste ano ser o primeiro em 99 anos a cobrir todo o território continental dos Estados Unidos ao longo de uma rota de 113 quilômetros de largura em 14 Estados, da costa do Oregon, junto ao Oceano Pacífico, ao litoral atlântico da Carolina do Sul.

Reuters