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Membros do Partido Cívico pró-democracia carregam um retrato de Gui Minhai durante protesto em Hong Kong. 19/01/2016 REUTERS/Bobby Yip

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ESTOCOLMO (Reuters) - Um editor de livros detido na China por publicar obras sobre a vida pessoal do presidente chinês, Xi Jinping, e outros líderes do Partido Comunista ganhou um prêmio de livre expressão e liberdade de imprensa de uma organização sueca de mídia.

Gui Minhai é um dentre cinco vendedores de livros de Hong Kong que desapareceram em 2015 e depois reapareceram sob custódia na China. Os outros quatro retornaram à Hong Kong.

Concedendo a ele o prêmio anual Anna Politkovskaya Memorial, a Publicistklubben disse que Gui tinha "apesar do risco pessoal... mostrado grande coragem como editor desafiando a agenda política limitada do regime chinês".

A prisão dos cinco homens suscitou preocupações de que Pequim poderia estar desgastando a fórmula "um país, dois sistemas" sob a qual Hong Kong tem sido governado como região administrativa especial desde seu retorno para o controle da China das mãos do Reino Unido em 1997.

A Publicistklubben disse que Gui, um sueco nascido na China, foi sequestrado na Tailândia enquanto estava de férias e que sua família não sabia aonde ele estava sendo mantido.

"Eu estou feliz que esse prêmio vai chamar atenção para a situação do meu pai", disse a filha sueca de Gui, Angela Gui, segundo a organização.

A China disse que seus agentes responsáveis pela aplicação da lei não fizeram nada ilegal em relação a Gui.

(Reportagem de Simon Johnson e reportagem adicional de Ben Blanchard em Pequim)

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Reuters