Por Crispian Balmer

ROMA (Reuters) - O italiano Matteo Salvini negou nesta quinta-feira que seu partido, a Liga, seja um grupo de extrema-direita, em vez disso retratou-o como uma força moderada que deseja ampliar seu apelo aos eleitores metropolitanos, que antes o evitavam.

A Liga anti-imigração é aliada a grupos nacionalistas na Europa, como o Partido da Liberdade da Áustria e o Reunião Nacional da França, mas depois de uma decepção recente nas eleições, Salvini parece disposto a moderar sua imagem em casa.

"Não somos a direita radical. Não temos ambições de sermos apresentados como a direita radical na Itália", disse Salvini, que deixou o governo no ano passado e é o líder de fato da oposição.

"Um em cada três italianos vota na Liga, então fica claro que o partido precisa conversar com todos, não apenas com a direita radical", disse ele a um grupo de repórteres estrangeiros.

Enquanto a Liga continua sendo o partido mais popular da Itália, com apoio em torno de 30%, seu aliado nacionalista, o Irmãos da Itália, viu seu próprio apoio aumentar no ano passado para cerca de 12%, ante quase 4%.

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