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O presidente brasileiro Michel Temer fala na abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas na sede da ONU em Nova York, EUA 19/09/2017 REUTERS/Lucas Jackson

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Por Lisandra Paraguassu

NOVA YORK (Reuters) - O presidente Michel Temer defendeu nesta terça-feira que a solução para a questão da Coreia do Norte precisa ser diplomática, em resposta à posição manifestada pelo presidente norte-americano, Donald Trump, de que poderia "destruir totalmente" o país asiático.

Mesmo ressalvando que não poderia se manifestar sobre o que "outros falam", Temer afirmou que a posição do Brasil é sempre "da conversa" .

"A posição do Brasil é sempre de diplomacia, de conversa diplomática", disse, ao chegar para um almoço na residência do embaixador do Brasil nas Organização das Nações Unidas, Mauro Vieira. "Nossa obrigação sempre foi a solução diplomática."

Em seu discurso na abertura da Assembleia Geral da ONU, Temer afirmou que os testes de mísseis e de artefatos nucleares feitos pela Coreia do Norte são uma "grave ameaça" e que o Brasil condena com veemência tais atos.

Questionado ainda sobre a que se referia ao repudiar o "nacionalismo exacerbado" em seu discurso, se poderia ser a atitudes de Donald Trump, o presidente afirmou que qualquer coisa exacerbada é "desagradável e condenável".

Em seu discurso nesta manhã ma ONU, o presidente norte-americano disse que se Pyongyang não recuar de sua postura nuclear, "nós não teremos outra escolha a não ser destruir totalmente a Coreia do Norte".

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Reuters