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Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em encontro com primeiro-ministro da Austrália, Malcolm Turnbull, em Nova York. 04/05/2017 REUTERS/Jonathan Ernst

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Por Steve Holland

NOVA YORK (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teve seu primeiro encontro pessoal com o premiê da Austrália, Malcolm Turnbull, na quinta-feira, e declarou que os dois "se deram muito bem", depois de um telefonema tenso em janeiro que abalou os laços entre os dois aliados.

"Disseram que tivemos uma conversa dura pelo telefone. Não tivemos uma conversa dura pelo telefone", disse Trump durante um jantar. "Foi um pouquinho áspera. Mas não tem problema".

Vestindo smokings para comparecer a um jantar, os dois líderes se reuniram a bordo do USS Intrepid, um porta-aviões da Segunda Guerra Mundial que hoje é um museu ancorado em West Side, em Manhattan. Acompanhados pelas esposas, os dois compareceram a um evento de gala para comemorar o 75º aniversário da Batalha do Mar de Coral.

Turnbull foi um dos primeiros líderes estrangeiros com quem Trump conversou depois de tomar posse em 20 de janeiro. O presidente republicano se irritou quando soube que se esperava que ele honrasse um acordo firmado por seu antecessor democrata, Barack Obama, e aceitasse até 1.250 refugiados retidos em centros de processamento australianos em ilhas remotas do Oceano Pacífico.

Trump encerrou o que deveria ser uma conversa de uma hora depois de 25 minutos, e mais tarde tuitou que se tratava de um "acordo idiota" e prometeu estudá-lo. A ligação rendeu críticas e despertou dúvidas sobre suas habilidades diplomáticas.

O encontro de quinta-feira com Turnbull foi adiado por causa da comemoração de Trump na Casa Branca, arranjada às pressas, com republicanos da Câmara dos Deputados pela aprovação de um projeto de reforma da saúde que irá revogar e substituir a Lei de Saúde Acessível de 2010, conhecida como Obamacare. A medida ainda precisa passar pelo Senado.

No encontro, Turnbull disse: "Podemos deixar o acordo de refugiados para trás e seguir em frente".

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Reuters