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CIDADE DO PANAMÁ (Reuters) - Uma corte do Panamá concedeu fiança aos dois fundadores da Mossack Fonseca, escritório de advocacia no centro do escândalo dos Panamá Papers, em um caso supostamente ligado ao escândalo de corrupção investigado pela Lava Jato no Brasil.

Após a prisão em fevereiro sob acusações de lavagem de dinheiro, Jurgen Mossack e Ramon Fonseca pagaram 500 mil dólares cada na sexta-feira e serão libertados mais tarde neste sábado, disse à Reuters a advogada dos dois, Guillermina McDonald.

Ela disse que a corte entendeu que ambos não representam risco uma vez que cooperaram com a investigação. Outro advogado da empresa, Edison Teano, continua preso, disse ela.

Mossack Fonseca ganhou visibilidade em abril de 2016 com os Panamá Papers, milhões de documentos roubados da empresa que foram vazados à imprensa e que ilustram como os ricos usavam corporações offshore para evitar impostos. O Panamá não os acusou em nenhuma questão relacionada aos documentos.

Num caso separado do Brasil, Mossack e Fonseca se entregaram às autoridades em fevereiro após os promotores panamenhos afirmarem que eles estavam ligados à Lava Jato.

(Reportagem de Elida Moreno)

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Reuters