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QUITO (Reuters) - Um juiz equatoriano anulou o efeito de uma ordem de prisão emitida contra o ex-ministro da Defesa e o comandante do Exército colombiano, acusados por Quito de coordenar uma incursão em território equatoriano, afirmaram veículos locais na quarta-feira.
O pedido de prisão contra Juan Manuel Santos e o general Freddy Padilla, respectivamente, foram feitos como parte de uma investigação iniciada depois da operação militar colombiana em março de 2008.
"O devido processo não foi encaminhado", afirmou o juiz Francisco Revelo, depois de revogar a ordem de prisão contra os dois funcionários colombianos.
A Justiça os acusa de coordenar uma incursão do Exército colombiano em território equatoriano para destruir uma base das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), operação na qual morreram 25 pessoas, incluindo líder guerrilheiro Raúl Reyes, e um equatoriano.
A medida contra os cidadãos colombianos foi tomada por outro juiz.
Artigos na imprensa não sinalizaram se a decisão do juiz incluía o diretor da polícia colombiana, o general Oscar Naranjo, e o ex-comandante do Exército do país, Mario Montoya, que posteriormente foram vinculados no processo legal.
A decisão vem um dia depois que Quito e Bogotá firmarem acordo para nomear delegados até 15 de novembro, em um novo passo para recompor suas relações diplomáticas, rompidas depois da incursão militar.
A decisão não implica na suspensão da investigação legal, acrescentou a mídia local.
(Por Alexandra Valencia)

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Reuters