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Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante evento na Flórida. 06/02/2017 REUTERS/Carlos Barria

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WASHINGTON (Reuters) - O escolhido do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para o Departamento de Trabalho admitiu ter empregado uma imigrante ilegal como faxineira, de acordo com várias reportagens, uma revelação que já prejudicou outros indicados a postos no gabinete.

Andrew Pudzer, executivo-chefe do CKE Restaurants, é um dos vários indicados de Trump que estão enfrentando oposição acirrada dos democratas no Senado e de grupos progressistas. Ele criticou uma regra de hora extra defendida pelo governo do ex-presidente Barack Obama e se opôs a aumentar o salário mínimo para 15 dólares por hora.

Uma semana atrás, um assessor do Comitê de Saúde, Educação, Trabalho e Pensões do Senado disse que o comitê não irá agendar uma audiência "oficialmente" até receber documentos do Escritório de Ética Governamental sobre Pudzer.

Alguns estrategistas políticos disseram que isso pode representar problemas para o executivo da rede de fast-food.

Várias reportagens citaram um comentário feito na segunda-feira por Pudzer, que disse ter agido assim que soube que sua empregada, que trabalhou para ele e sua esposa durante alguns anos, não tinha permissão para trabalhar no país.

"Deixamos de empregá-la imediatamente e lhe oferecemos assistência para se legalizar", disse ele no comunicado, que foi mencionado pelo site Huffington Post, o jornal New York Times e outros veículos. Ele disse que o casal pagou impostos atrasados ao Serviço de Receitas Internas dos EUA e ao Estado da Califórnia por tê-la empregado.

(Por Doina Chiacu)

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