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CAIRO (Reuters) - O Estado Islâmico disse em comunicado nesta quarta-feira que cinco de seus combatentes foram responsáveis pelos ataques no Parlamento do Irã e no mausoléu do aiatolá Khomeini, usando fuzis, granadas e coletes suicidas e deixando quase 60 mortos e feridos, antes de morrerem.

O grupo militante sunita também ameaçou a população de maioria xiita do Irã com mais ataques, dizendo que "o califado não vai perder nenhuma chance de derramar o sangue deles" até que a lei da sharia seja implementada.

(Reportagem de Ali Abdelaty)

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