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Por Dan Whitcomb

(Reuters) - Um estudante portando duas armas abriu fogo em sua escola perto de Spokane, no Estado norte-americano Washington, nesta quarta-feira, matando um colega de classe e ferindo três outros antes de ser apreendido por um funcionário, disse o xerife local.

O estudante morto estava tentando convencer o atirador, cuja primeira arma havia emperrado, a não realizar o ataque quando foi morto a tiros, afirmou o xerife do condado de Spokane, Ozzie Knezovich, a repórteres.

O atirador então disparou contra três outros alunos em um corredor no segundo andar da Freeman High School em Rockford, Washington, disse Knezovich. As vítimas sobreviventes, em meados da adolescência, estavam em condições estáveis, informou um hospital local.

Knezovich se negou a identificar o suspeito ou discutir o que pode ter motivado a violência armada em detalhes, mas disse: “Parece um caso de uma situação relacionada a bullying”.

Ele declarou que o funcionário da escola, que descreveu como “muito corajoso”, conseguiu capturar o atirador antes de policiais chegarem ao local para levarem o agressor sob custódia. Ele estava sendo mantido na prisão juvenil do condado de Spokane.

“Por sorte aquela (arma) emperrou. Isto teria sido muito pior se não tivesse”, disse Knezovich. “Estes são eventos sem sentido e trágicos que realmente não precisam acontecer e que realmente não entendo”.

“Mas precisamos descobrir o que há de errado com nossa sociedade, que nossas crianças decidem que precisam pegar em armas para lidar com as questões que estão enfrentando”, disse.

Uma garota que testemunhou o ataque a tiros disse à rede local KREM-TV que o atirador, um colega de classe desde a escola primária, andou pelo corredor com uma pistola e uma segunda arma, aparentando estar calmo conforme atirava contra suas vítimas e o teto.

A jovem disse que o suspeito era um menino “extrovertido” e ela pensava não ser capaz de tal violência. Mas ela afirmou que outros alunos lhe disseram que ele havia feito uma publicação ameaçadora sobre suas intenções em uma conta nas redes sociais.

Após o ataque a tiros na escola de 327 alunos, alguns pais abandonaram seus carros presos no trânsito e andaram por mais de um quilômetro para chegar até seus filhos, relatou a rede KHQ-TV.

(Por Dan Whitcomb, em Los Angeles; Reportagem adicional de Suzannah Gonzales, Chicago, Sharon Bernstein, em Sacramento, e Derek Caney e Gina Cherulus, em Nova York)

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