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Por Steve Holland

EDGARTOWN EUA (Reuters) - Os Estados Unidos estão cogitando levar os combates contra os militantes do Estado Islâmico para a Síria depois de dias de ataques aéreos contra o grupo no Iraque e a decapitação de um jornalista norte-americano, declarou a Casa Branca nesta sexta-feira.

O presidente dos EUA, Barack Obama, prestes a encerrar suas férias de duas semanas na ilha de Martha's Vineyard, no Estado do Massachusetts, ainda não foi informado das opções militares para os ataques a alvos do Estado Islâmico além de duas áreas importantes do Iraque, disse o vice-assessor de Segurança Nacional da Casa Branca, Ben Rhodes.

Mas Rhodes deixou claro que ir atrás dos militantes sediados na Síria é uma opção depois da divulgação do vídeo desta semana mostrando um dos combatentes do grupo decapitando o jornalista norte-americano James Foley e ameaçando matar um segundo norte-americano, o também jornalista Steve Sotloff.

“Faremos o que for necessário para proteger os norte-americanos e para garantir que a justiça seja feita depois do que vimos no assassinato bárbaro de Jim Foley. Por isso estamos analisando intensamente o que será preciso para lidar com essa ameaça, e não nos deixaremos restringir por fronteiras”, afirmou.

Até o momento a ofensiva dos EUA contra o Estado Islâmico foi relativamente limitada. As forças norte-americanas realizaram mais de 90 ataques aéreos no Iraque para proteger a minoria religiosa yazidi e atingir posições dos militantes nos arredores da represa de Mosul.

Reuters