Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Bateria antimíssil Thaad Divulgação 05/09/2016

(reuters_tickers)

Por James Pearson e Ju-min Park

SEUL (Reuters) - Os Estados Unidos começaram as movimentações nesta terça-feira para instalar os primeiros elementos de um avançado sistema de defesa antimísseis na Coreia do Sul, depois que a Coreia do Norte lançou quatro mísseis balísticos em um teste, informou o Comando dos EUA no Pacífico, apesar da firme oposição da China.

O anúncio foi feito enquanto a mídia estatal norte-coreana dizia que o líder do país, Kim Jong Un, havia supervisionado pessoalmente os lançamentos de segunda-feira de uma instalação militar que está posicionada de forma a atacar bases dos EUA no Japão, ampliando as ameaças contra Washington no momento em que tropas norte-americanas realizam exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul.

"Ações provocativas contínuas da Coreia do Norte, incluindo o lançamento ontem de múltiplos mísseis, apenas confirmam a prudência da decisão de nossa aliança no ano passado de instalar o Thaad na Coreia do Sul", disse o comandante dos EUA no Pacífico, almirante Harry Harris, em comunicado, fazendo referência ao sistema antimísseis Terminal de Defesa Aérea de Alta Altitude (Thaad, na sigla em inglês).

A medida dos EUA deve ampliar as tensões entre Coreia do Sul e China, que diz que a instalação do Thaad destrói o equilíbrio da segurança regional.

Os quatro mísseis balísticos lançados pela Coreia do Norte caíram no mar na direção da costa noroeste do Japão, despertando reações indignadas de Seul e Tóquio, dias após o regime de Pyongyang ter prometido retaliar pelos exercícios militares de EUA e Coreia do Sul, que a Coreia do Norte considera ser uma preparação para guerra.

O presidente dos EUA, Donald Trump, e o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, conversaram sobre o lançamento dos mísseis durante um telefonema. Trump também conversou com o presidente interino da Coreia do Sul, Hwang Kyo-ahn.

Reuters