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CAIRO (Reuters) - A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, disse na quarta-feira que Washington não aceita a legitimidade dos assentamentos israelenses, mas acredita que conversar sobre o assunto é o modo mais rápido de obter um congelamento na atividade.
"Não aceitamos a legitimidade da atividade de assentamentos e temos uma crença muito firme de que acabar com toda essa atividade, atual e futura, seria preferível", disse Hillary depois de se encontrar com o presidente egípcio, Hosni Mubarak.
"Começar as negociações sobre o status final vai nos permitir alcançar um fim da atividade de assentamento", acrescentou.
O Cairo é a última visita de Hillary em uma turnê à região. Durante sua viagem, alguns países árabes criticaram sinais de que o governo do presidente dos EUA, Barack Obama, não apoia mais as exigências palestinas de que Israel pare imediatamente a construção de colônias em território ocupado na Cisjordânia.
O presidente Obama amenizou a pressão sobre os assentamentos israelenses, pedindo um limite na construção quando antes ele pedia um congelamento.
A mudança enfureceu os palestinos, que acusaram o presidente norte-americano de matar qualquer esperança de reviver um acordo de paz em breve.
Hillary destacou essa mudança no sábado em Jerusalém, quando elogiou a oferta de Netanyahu de limitar os assentamentos como "inédita" e instou os palestinos a abandonarem suas precondições a negociações, sem fazer um pedido similar ao lado israelense.
A visita de Hillary ao Egito acontece depois de uma parada de dois dias no Marrocos, onde ela fez um apelo a chanceleres árabes a deixar de lado as recriminações e apoiar medidas para a retomada das negociações, suspensas desde dezembro.
(Reportagem de Andrew Quinn e Cynthia Johnston)

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Reuters