Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Exercício militar conjunto dos Estados Unidos e da Coreia do Sul, em campo de treinamento em Pocheon, Coreia do Sul 21/04/2017 REUTERS/Kim Hong-Ji

(reuters_tickers)

Por Michael Martina e Christine Kim

PEQUIM/SEUL (Reuters) - Os Estados Unidos e a Coreia do Sul continuarão a conduzir exercícios militares na próxima semana, disse uma importante autoridade militar norte-americana nesta quinta-feira, resistindo à pressão da Coreia do Norte e da sua aliada China pelo fim das controversas atividades.

O progresso rápido da Coreia do Norte no desenvolvimento de armas nucleares e mísseis capazes de atingir o território dos Estados Unidos abasteceu as tensões entre os dois países nos últimos meses.

Pyongyang ameaçou na última semana lançar mísseis contra o território norte-americano de Guam, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, advertiu em seguida que a Coreia do Norte enfrentaria "fogo e fúria" caso ameaçasse os EUA.

Exercícios militares anuais envolvendo dezenas de milhares de soldados norte-americanos e sul-coreanos estão planejados para começar na segunda-feira. A China, principal aliada e parceira comercial da Coreia do Norte, pediu que os Estados Unidos e a Coreia do Sul abandonem os exercícios em troca de uma redução do programa de armas norte-coreano.

Joseph Dunford, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas dos EUA, disse que os exercícios "não estão atualmente na mesa como parte da negociação em nenhum nível".

"Meu conselho para a nossa liderança é não reduzir nossos exercícios. Os exercícios são muito importantes para manter a habilidade da aliança de se proteger", disse Dunford a repórteres em Pequim, após encontrar com seus equivalentes chineses.

(Reportagem adicional de Philip Wen e Ben Blanchard em Pequim, e Linda Sieg em Tóquio)

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

Reuters