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Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fala da situação humanitária no Iraque na Casa Branca. 07/08/2014. REUTERS/Larry Downing

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WASHINGTON (Reuters) - A autorização do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para uma ação militar limitada no Iraque poderia eventualmente incluir mais apoio militar para as forças de segurança iraquianas, que lutam para repelir combatentes do grupo Estado Islâmico, quando o país formar um novo governo "inclusivo", disse a Casa Branca nesta sexta-feira.

O porta-voz da Casa Branca Josh Earnest afirmou que o apoio inicial dos EUA será em ataques militares para proteger funcionários norte-americanos que trabalham no Iraque, e para resolver a situação de emergência humanitária em Sinjar.

Mas os Estados Unidos também têm um terceiro objetivo "relacionado com a nossa crença e compromisso de apoiar as forças de segurança iraquianas integradas e as forças de segurança enquanto elas unem o país para repelir a ameaça" representada pelos combatentes do Estado Islâmico, disse ele, reiterando que qualquer apoio dos EUA não será "prolongado" e não envolverá o envio de soldados norte-americanos para o país.

(Reportagem de Roberta Rampton e Annika McGinnis)

Reuters