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Por David Brunnstrom e Doina Chiacu

WASHINGTON (Reuters) - Os Estados Unidos impuseram nesta terça-feira novas sanções relacionadas à Coreia do Norte, mirando companhias chinesas e russas e indivíduos por apoiarem programas bélicos de Pyongyang, mas não chegaram a completar um esperado foco em bancos chineses.

O Tesouro dos EUA sancionou seis entidades chinesas, uma russa, uma norte-coreana e duas com sede em Cingapura. As entidades incluem uma subsidiária de uma companhia chinesa sediada na Namíbia e uma entidade norte-coreana operando na Namíbia.

    As sanções também miravam seis indivíduos --quatro russos, um chinês e um norte-coreano.

    A ação segue sanções mais duras da Organização das Nações Unidas acertadas neste mês, após a Coreia do Norte testar seus dois primeiros mísseis balísticos intercontinentais em julho.

    A China reagiu com irritação, dizendo que Washington deve “corrigir imediatamente seu erro” de impor sanções unilaterais sobre companhias e indivíduos chineses para evitar prejudicar a cooperação bilateral.

    A embaixada russa não respondeu um pedido de comentário.

    O Departamento do Tesouro dos EUA informou que as novas sanções miram os que ajudam indivíduos já alvos de sanções apoiando os programas nuclear e de mísseis da Coreia do Norte e seu comércio energético. As sanções incluem três importadoras chinesas de carvão.

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Reuters