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Uma placa no lado de fora de uma loja homenageia o jornalista morto pelo Estado Islâmico, James Foley, em sua cidade, Rochester, nos Estados Unidos, nesta quarta-feira. 20/08/2014 REUTERS/Brian Snyder

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WASHINGTON (Reuters) - Militares dos Estados Unidos realizaram neste ano uma tentativa de resgatar o jornalista James Foley e outros reféns norte-americanos detidos na Síria, disse uma autoridade dos EUA nesta quarta-feira, em uma operação que, segundo o Pentágono, não conseguiu encontrar os prisioneiros.

A missão de resgate mal-sucedida "envolveu componentes aéreos e terrestres e estava focada em uma rede de captura particular dentro do Isil", disse o Pentágono em um comunicado, usando um nome diferente para o grupo militante Estado Islâmico.

"Infelizmente, a missão não foi bem-sucedida porque os reféns não estavam presentes no local estabelecido como alvo."

O presidente dos EUA, Barack Obama, autorizou a missão "no início deste verão" (no hemisfério norte), afirmou a principal assessora de contraterrorismo de Obama, Lisa Monaco, em um comunicado separado.

"O presidente autorizou a ação neste momento porque foi a avaliação da equipe de segurança nacional de que estes reféns estavam em perigo a cada dia sob custódia do Isil", disse ela.

Foley, de 40 anos, foi executado pelo grupo militante Estado Islâmico em um vídeo divulgado na Internet na terça-feira. Ele foi sequestrado na Síria em novembro de 2012. No vídeo, o Estado Islâmico ameaçou executar um segundo jornalista norte-americano sob sua custódia, Steven Sotloff.

(Reportagem de Jason Szep e Missy Ryan)

Reuters