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Presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk 09/03/2017 REUTERS/Yves Herman

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Por Gabriela Baczynska

BRUXELAS (Reuters) - "A Europa é o nosso futuro comum”, planejam declarar os 27 líderes da União Europeia (UE) em Roma na semana que vem, num ato de resistência diante do pior retrocesso já sofrido pelo bloco: o Brexit.

O esboço do texto de uma página e meia, visto pela Reuters antes da reunião que vai marcar os 60 anos do bloco e intitulado “A Declaração de Roma”, é um esforço dos 27 países de traçar um rumo para o futuro depois da saída do Reino Unido em 2019.

"Estamos determinados a fazer a UE mais forte e mais resiliente, via uma unidade e uma solidariedade ainda maiores entre nós. Unidade é tanto uma necessidade quanto a nossa livre escolha”, diz o texto.

"Individualmente, a dinâmica global nos deixaria de lado. Ficarmos juntos é a nossa melhor chance para influenciá-la e para defender os nossos interesses e valores comuns. A nossa União é integral e inseparável.”

O texto, datado de 16 de março e preparado pelo presidente das cúpulas dos líderes da UE, Donald Tusk, vai ser debatido entre as capitais na semana que vem e pode ainda mudar antes de ser finalmente adotado em Roma no próximo sábado.

"Nos próximos dez anos, queremos uma União que é segura e estável, próspera e sustentável, com uma dimensão social ampliada e com a vontade e a capacidade de desempenhar um papel chave no mundo global”, diz.

O texto promete mais cooperação em segurança, gerenciamento efetivo da imigração e fronteiras externas mais rigorosas.

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Reuters