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Ex-diretor do FBI James Comey. 08/06/2017 REUTERS/Jonathan Ernst

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WASHINGTON (Reuters) - O ex-diretor do FBI James Comey disse nesta quinta-feira que ficou perturbado pelas tentativas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para que encerrasse um inquérito sobre um ex-assessor de segurança nacional, mas não afirmou se acha que o presidente tentou obstruir a Justiça.

Comey afirmou a parlamentares, na mais aguardada audiência do Congresso dos Estados Unidos nos últimos anos, que o governo Trump disse mentiras e o difamou depois que o presidente o demitiu da direção da Polícia Federal norte-americana no dia 9 de maio.

Em depoimento escrito divulgado na última quarta-feira, Comey disse que Trump pediu em fevereiro que ele encerrasse uma investigação do FBI sobre o ex-assessor de segurança nacional Michael Flynn como parte do inquérito sobre a alegação de intervenção russa na eleição presidencial norte-americana de 2016.

"Eu não acho que seja para eu dizer se a conversa que tive com o presidente foi um esforço para obstruir. Eu considerei muito perturbadora, muito preocupante", disse Comey aos parlamentares.

A audiência pode ter repercussões significativas para Trump, à medida que vários comitês do Congresso investigam os supostos esforços russos para influenciar as eleições presidenciais de 2016 e se a campanha de Trump estava envolvida.

Trump desencadeou uma tempestade política quando demitiu Comey. O ex-diretor do FBI disse que o governo o difamou em comentários feitos depois de sua demissão.

"Embora a lei não exija nenhum motivo para dispensar o diretor do FBI, o governo então escolheu me difamar e, mais importante, o FBI, dizendo que a organização estava foram de ordem, que a força de trabalho perdeu a confiança em seu líder", disse Comey. "É mentira".

(Por Patricia Zengerle e Susan Cornwell)

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Reuters