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FRANKFURT (Reuters) - Procuradores públicos alemães acusaram um ex-guarda de campo de extermínio nazista de 96 anos de idade de ter sido cúmplice de assassinatos, e a Alemanha está correndo contra o relógio para julgar idosos suspeitos dos tempos de Hitler antes que eles morram.

O então jovem de 22 anos, que a Procuradoria de Frankfurt não identificou em seu comunicado, é acusado de ter vigiado prisioneiros do campo de extermínio de Lublin-Majdanek que foram marcados para morrer em 1943 e 1944.

    "De acordo com os indícios disponíveis, o acusado sabia da crueldade dos assassinatos em massa organizados, como todos os outros membros da SS no campo", disse a Procuradoria no comunicado.

"Ele também sabia que estas pessoas, que enfrentavam seu destino inocente e indefesamente, foram mortas por razões desumanas baseadas na raça", acrescentou.

    Dezenas de milhares de judeus e outras vítimas foram assassinados no campo de Majdanek, próximo de Lublin na Polônia dos dias de hoje.

    O suspeito teve um papel nas execuções do 'Erntefest' (Festival da Colheita) de 3 de novembro de 1943, no qual ao menos 17 mil prisioneiros judeus deportados foram fuzilados depois de terem cavado seus próprios túmulos, segundo o comunicado.

    "Ao ser parte de uma cadeira de guardas e uma torre de guarda, ele contribuiu (para o Erntefest) e apoiou consciente e deliberadamente os atos maldosos e cruéis".

     (Por Maria Sheahan)

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Reuters