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Ex-primeira-ministra da Tailândia Yingluck Shinawatra em corte criminal, em Bangcoc 29/09/2015 REUTERS/Chaiwat Subprasom

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Por Aukkarapon Niyomyat

BANGCOC (Reuters) - A Suprema Corte da Tailândia condenou a ex-primeira-ministra foragida Yingluck Shinawatra a 5 anos de prisão nesta quarta-feira por ter administrado mal um esquema de subsídios a plantadores de arroz que custou bilhões de dólares ao país.

Yingluck fugiu para o exterior no mês passado temendo que o governo militar, que chegou ao poder com um golpe em 2014, pedisse uma pena severa.

Durante mais de uma década a política tailandesa testemunhou uma disputa de poder entre a elite tradicional, que inclui o Exército e as classes altas de Bangcoc, e a família Shinawatra, inclusive o irmão de Yingluck e também ex-premiê Thaksin Shinawatra, deposto por um golpe.

Yingluck enfrentaria até 10 anos de prisão por sua negligência a respeito do custoso esquema, que a ajudou a ser eleita em 2011. Ela declarou inocência e acusou o governo militar de perseguição política.

Nove juízes votaram unanimemente contra Yingluck, um veredicto cuja leitura demorou quatro horas, e agora ela é alvo de um mandato de prisão.

A corte disse que Yingluck sabia que membros de sua gestão falsificaram acordos de plantio de arroz de governo para governo e que não fez nada para detê-los.

"A acusada sabia que o contrato de plantio de arroz de governo para governo era ilegal, mas não fez nada para evitá-lo...", afirmou a Suprema Corte.

"O que é uma maneira de buscar ganhos ilegais. Por isso, a atuação da acusada é considerada negligência na função."

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Reuters