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Ex-vice-presidente da Argentina Amado Boudou, em Buenos Aires 25/11/2011 REUTERS/Enrique Marcarian

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BUENOS AIRES (Reuters) - O ex-vice-presidente da Argentina Amado Boudou foi preso nesta sexta-feira, se tornando o segundo grande líder do governo da ex-presidente Cristina Kirchner a ser detido.

A polícia prendeu Boudou e seu suposto sócio José Maria de Nuñez Carmona em um bairro de classe alta de Buenos Aires por suspeita de extorsão e lavagem de dinheiro, relatou a agência de notícias estatal Telam.

A TV local mostrou Boudou, vestindo uma camiseta branca lisa, acompanhado por dois agentes de segurança. Outras imagens transmitidas na TV mostraram Boudou algemado, na frente do que parecia ser sua casa.

Ele tem negado ter cometido qualquer infração.

O economista de 55 anos enfrenta três acusações de "enriquecimento ilícito" que remontam a 2009, o ano em que se tornou o ministro da Economia de Cristina Kirchner.

Ele se tornou vice-presidente em 2011, quando Cristina foi reeleita. Entretanto, Boudou esteve amplamente fora do olhar público durante o mandato de quatro anos, à medida que cresciam as acusações de corrupção.

"Eles desenvolveram seus esquemas criminosos pelo menos desde o início de agosto de 2009, quando Amado Boudou assumiu o Ministério da Economia e Finanças, até o mês de dezembro de 2015, quando ele terminou seu mandato como vice-presidente", afirma o mandado de prisão.

O ex-ministro de Planejamento de Cristina, Julio De Vido, também foi preso no dia 25 de outubro.

Os casos têm sido motivo de constrangimento para a ex-presidente, que conquistou um assento no Senado argentino no último mês, representando a província de Buenos Aires.

(Reportagem de Nicolas Misculin)

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Reuters