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Logo da Olimpíada de Inverno de 2018, visto em centro esportivo em Pyeongchang, na Coreia do Sul 27/09/2017 REUTERS/Pawel Kopczynski

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Por Jane Chung e Hyunjoo Jin

SEUL (Reuters) - Preocupada com as tensões com a Coreia do Norte, a Coreia do Sul está adotando medidas adicionais para garantir a segurança da Olimpíada de Inverno de 2018, o que inclui contratar uma equipe de defesa cibernética e duplicar o número de tropas, de acordo com autoridades e documentos vistos pela Reuters.

Os Jogos acontecem em fevereiro na cidade turística montanhosa de Pyeongchang, situada a 80 quilômetros da fronteira altamente fortificada com o vizinho do norte.

A adoção das medidas ocorre na esteira de uma série de testes nucleares e de mísseis que mostram que a Coreia do Norte vem avançando rapidamente em seu programa de armas, e no momento em que a retórica inflamada entre Pyongyang e os Estados Unidos desperta o receio de outro conflito na Península Coreana.

O Ministério da Defesa sul-coreano mobilizará cerca de 5 mil agentes armados durante a Olimpíada, mais do que o dobro dos 2.400 a serviço durante a Copa do Mundo de 2002, que a Coreia do Sul sediou junto com o Japão, de acordo com autoridades do governo e documentos vistos pela Reuters.

O comitê organizador dos Jogos de Pyeongchang de 2018 também está selecionando uma empresa particular de segurança cibernética para proteger o evento de um eventual ataque virtual norte-coreano, mostraram documentos.

O comitê está procurando acelerar a seleção devido ao aumento da tensão, resultante da instalação polêmica do sistema antimísseis norte-americano Thaad e do fato de o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, estar testando armas em um ritmo inédito.

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Reuters