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Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante coletiva de imprensa na Casa Branca, em Washington 28/08/2017 REUTERS/Kevin Lamarque

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Por Jonathan Landay e Arshad Mohammed e Steve Holland

WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está cogitando adotar uma estratégia que poderia permitir reações mais agressivas dos EUA contra as forças do Irã, seus representantes xiitas no Iraque e na Síria e seu apoio a grupos militantes, de acordo com seis autoridades antigas e atuais do governo norte-americano.

A proposta foi preparada pelo secretário da Defesa, Jim Mattis, pelo secretário de Estado, Rex Tillerson, pelo conselheiro de Segurança Nacional, H.R. McMaster, e por outros funcionários de primeiro escalação e apresentada a Trump em uma reunião do Conselho de Segurança Nacional na sexta-feira, disseram as fontes.

O texto pode ser aprovado e tornado público antes do final de setembro, segundo duas das fontes. Todas as fontes estão a par do esboço e pediram anonimato porque Trump ainda não tomou uma decisão.

Trump deve delinear os objetivos estratégicos amplos e metas para a política externa norte-americana, mas deixar que os comandantes militares, diplomatas e outras autoridades dos EUA implementem o plano, disse um funcionário de alto escalão do governo.

"Seja lá o que for que acabemos recebendo, queremos implementá-lo com aliados tanto quanto possível", afirmou uma das autoridades.

A Casa Branca não quis comentar.

O plano pretende aumentar a pressão para que Teerã contenha seu programa de mísseis balísticos e seu apoio a militantes, disseram as fontes.

"Eu a chamaria de uma estratégia ampla para os tipos de atividades iranianas malignas: materiais financeiros, apoio ao terror, desestabilização da região, especialmente Síria, Iraque e Iêmen", disse outro funcionário de alto escalão.       

A proposta também mira a espionagem cibernética e outras atividades, e possivelmente a proliferação nuclear, de acordo com o funcionário.   

O governo ainda está debatendo uma nova postura em relação ao acordo de 2015, fechado pelo antecessor Barack Obama, para conter o programa de armas nucleares do Irã. O esboço pede que se cogite sanções econômicas mais duras caso o regime viole o pacto firmado dois anos atrás.

A proposta inclui interceptações norte-americanas mais agressivas de carregamentos de armas iranianos, como aqueles enviados a rebeldes houthi no Iêmen e a grupos palestinos em Gaza e na península egípcia do Sinai, afirmaram um funcionário atual e um ex-funcionário bem informado.

(Reportagem adicional de Phil Stewart e John Walcott)

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