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Candidato à Presidência da França, François Fillon, discursa para pequenos empresários 06/03/2017 REUTERS/Charles Platiau

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Por Sophie Louet e Claude Canellas

PARIS/BORDEAUX (Reuters) - François Fillon superou uma rebelião que ameaçou terminar com a sua candidatura a presidente da França nesta segunda-feira, à medida que líderes do partido deram o seu apoio ao ex-primeiro-ministro de centro-direita, apesar das alegações contra ele de uso indevido de recursos públicos.

Horas depois de Alain Juppé, líder do partido, descartar um enfrentamento com Fillon, a liderança do partido conservador Os Republicanos apoiou de forma unânime o candidato, segundo Gérard Larcher, líder no Senado.

"Os Republicanos estão unidos em torno de François Fillon", afirmou Larcher à imprensa, depois de dizer a autoridades partidárias em reunião fechada: “O debate está terminado”. Os conservadores estão relançando a campanha de Fillon, disse Bernard Accoyer, líder partidário.

A menos de 50 dias das eleições, pesquisas de opinião mostram Fillon, de 63 anos, antes favorito, perdendo no primeiro turno. Elas também mostram que uma grande maioria dos franceses querem que ele se retire da eleição.

No entanto, apesar das defesas no partido contra a sua candidatura, os oponentes não convenceram Fillon a sair da disputa voluntariamente e também não chegaram a um acordo sobre um candidato alternativo.

As acusações de que ele pagou de forma excessiva a mulher dele com recursos dos contribuintes por trabalho reduzido como sua assistente parlamentar têm prejudicado bastante Fillon e também abalaram investidores estrangeiros, que temem que isso possa reforçar a candidatura de extrema-direita de Marine Le Pen. Fillon nega as irregularidades.

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Reuters