GOMA, Congo (Reuters) - Forças congolesas disseram neste sábado que mataram 25 rebeldes islâmicos desde o lançamento de uma ofensiva contra eles no final do mês passado em uma região oriental que também enfrenta um surto de ebola.

Sete soldados da República Democrática do Congo também morreram desde que a campanha para erradicar as milícias das Forças Democráticas Aliadas (ADF, na sigla em inglês) começou em 30 de outubro, disse à Reuters o general encarregado da operação, Jacques Nduru.

Ele disse que o exército tomou quatro posições do grupo na cidade de Beni, no leste do país, na província de Kivu do Norte. Ataques regulares das milícias têm dificultado os esforços para conter o Ebola em toda a área.

O ADF, originalmente um grupo rebelde de inspiração islâmica de Uganda, opera na fronteira do Congo com a Uganda há mais de duas décadas. É uma das várias facções armadas ativas no leste do Congo, muito depois do fim oficial de uma guerra que durou de 1998 a 2003.

Vários dos ataques do ADF foram reivindicados pelo Estado Islâmico, mas a extensão de seu relacionamento permanece incerta.

(Reportagem de Fiston Mahamba)

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