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Atirador de elite das forças do Iraque toma posição durante batalha contra militantes do Estado Islâmico em Mosul. 07/03/2017 REUTERS/Thaier Al-Sudani

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MOSUL, Iraque (Reuters) - Forças do Iraque repeliram um contra-ataque noturno do Estado Islâmico perto do principal edifício do governo em Mosul horas depois de recapturar o local, informou uma autoridade militar nesta quarta-feira, enquanto tropas tentam fazer os militantes recuarem ainda mais.

Os combatentes do Estado Islâmico usaram vários carros-bomba no ataque, disse o major-general Ali Kadhem al-Lami, da Quinta Divisão da Polícia Federal, a um correspondente da Reuters próximo do local.

"Hoje estamos desobstruindo a área, que foi liberada", disse.

Autoridades militares afirmaram que na terça-feira soldados da Reação Rápida, unidade de elite do Ministério do Interior, retomaram a sede do governo provincial, a sede local do Banco Central e o museu onde os militantes se filmaram destruindo estátuas inestimáveis três anos atrás.

"O museu está completamente privado de artefatos. Eles foram roubados, possivelmente contrabandeados", disse Lami.

A Reuters não conseguiu ter acesso ao museu de imediato para verificar.

Lami disse que a maioria dos combatentes que lutaram nos arredores do prédio do governo eram locais, mas que havia alguns estrangeiros.

"Foi emitida uma ordem para que os combatentes estrangeiros com famílias se retirem com elas. Aqueles que não têm família devem ficar e lutar, sejam estrangeiros ou locais", disse.

As forças iraquianas, auxiliadas pelo poderio aéreo e por conselheiros militares dos Estados Unidos, vêm realizando uma campanha intensa desde outubro para expulsar os militantes ultrarradicais de Mosul, último grande bastião do Estado Islâmico no Iraque.

Eles recapturaram a metade leste da cidade em janeiro e realizaram ataques do lado oeste, através do rio Tigre, no dia 19 de fevereiro.

Os militantes do Estado Islâmico estão recuando mais para o oeste, disseram autoridades militares, mas resistem bravamente, escondendo-se entre a população civil e recorrendo a carros-bomba e franco-atiradores.

(Por Isabel Coles)

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Reuters