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NOVA YORK (Reuters) - A Twenty-First Century Fox informou nesta quarta-feira que decidiu romper com o apresentador de telejornal na TV a cabo Bill O’Reilly após acusações de assédio sexual, informou a companhia nesta quarta-feira.

“Após uma minuciosa e cuidadosa revisão das acusações, a companhia e Bill O’Reilly concordaram que Bill O’Reilly não voltará à Fox News”, informou a companhia em comunicado.

O’Reilly disse em comunicado que é "tremendamente desanimador" deixar a Fox por causa de "acusações completamente infundadas".

Marc Kasowitz, advogado de O’Reilly, afirmou em comunicado na terça-feira que o apresentador foi “alvo de uma campanha brutal de assassinato de caráter sem precedentes na América pós-Macarthista".

Não se sabe exatamente como a Fox News irá lidar com a saída de O’Reilly, fora das câmeras e de férias desde 11 de abril, ou se ele poderá se despedir de seus espectadores em frente às câmeras, de acordo com reportagem da revista New York. O'Reilly será substituído em sua programação no horário nobre pelo apresentador da Fox Tucker Carlson.

Uma fotografia do Vaticano mostrava O’Reilly apertando as mãos do papa Francisco após missa nesta quarta-feira, mas não se sabe se o papa sabia quem era o apresentador.

O jornal New York Times relatou em 1º de abril que a Fox e O’Reilly, veterano há 20 anos no canal de TV a cabo conservador, pagaram para cinco mulheres um total de 13 milhões de dólares para entrar em acordo pelas acusações de assédio. As cinco mulheres que entraram em acordo trabalhavam para O’Reilly ou apareceram em seu programa como convidadas, de acordo com a reportagem.

O’Reilly disse à época em comunicado que ele entrou em acordo somente para poupar seus filhos da controvérsia.

(Por Jessica Toonkel e Tim Baysinger)

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Reuters