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Polícia francesa em frente de comitê de campanha de Fillon, em Lille 18/4/2017 REUTERS/Pascal Rossignol

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Por Emmanuel Jarry

PARIS (Reuters) - Dois franceses presos em Marselha nesta terça-feira planejavam um "ataque iminente e violento" antes do primeiro turno da eleição presidencial no domingo, informou o ministro do Interior da França.

A agência de inteligência interna do país, que estava procurando os dois suspeitos há mais de uma semana, alertou os principais candidatos de que existia uma ameaça à sua segurança, disseram autoridades de campanha.

Comentários de autoridades indicaram que o ex-primeiro-ministro François Fillon, o político de centro Emmanuel Macron e a líder de extrema-direita Marine Le Pen –os três mais bem colocados na disputa– estavam entre os que foram alertados.

"Estes dois homens radicalizados... pretendiam cometer no curtíssimo prazo –com isso quero dizer nos próximos dias– um ataque em solo francês", afirmou o ministro do Interior francês, Matthias Fekl, em uma coletiva de imprensa.

Um "ato terrorista certo" foi impedido, disse.

A França vai às urnas em 23 de abril e 7 de maio, uma das eleições mais imprevisíveis da história moderna, vendo a segurança como uma questão essencial devido aos ataques de militantes islâmicos que mataram mais de 230 pessoas nos últimos dois anos.

Os dois homens –Clement Baur, de 23 anos, e Mahiedine Merabet, de 30– foram detidos na cidade portuária do sul francês com alguns momentos de intervalo na manhã desta terça-feira.

A prefeita de Marselha, Lisette Narducci, disse que explosivos foram encontrados após uma busca em um apartamento próximo da maior estação de trem da localidade. Fontes a par da investigação disseram que ao menos duas armas de assalto também foram encontradas.

(Reportagem adicional de Matthias Blamont, Simon Carraud, Sarah White)

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Reuters