Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Pessoas posam com celulares em frente a uma projeção de logo do YouTube em Zenica. 29/10/2014 REUTERS/Dado Ruvic

(reuters_tickers)

(Reuters) - O Google, da holding Alphabet, vai adotar mais medidas para identificar e remover conteúdo terrorista ou violência extremista de sua plataforma de vídeos YouTube, informou a empresa em uma publicação de blog no domingo.

A companhia disse que adotará uma posição mais dura em relação a vídeos contendo conteúdo religioso supremacista ou inflamatório, ao emitir alertas e não monetizar ou recomendá-los aos usuários, mesmo se os vídeos não violarem claramente as políticas.

O Google ainda empregará mais recursos em engenharia e aumentará o uso de tecnologia para identificar vídeos extremistas, além de treinar novos classificadores de conteúdo para rapidamente identificar e remover esse tipo de material.

"Embora nós e outros tenhamos trabalhado por anos para identificar e remover conteúdo que viola nossas políticas, a verdade desconfortável é que nós, como indústria, devemos reconhecer que mais precisa ser feito. Agora", disse Kent Walker, conselheiro-geral do Google.

A empresa expandirá a colaboração com grupos antiextremistas para identificar conteúdo que possa ser usado para radicalizar e recrutar extremistas.

O Google ainda abordará potenciais recrutas do Estado Islâmico por meio de publicidade direcionada online e os redirecionará para vídeos antiterrorismo, em um esforço para fazê-los mudar de ideia.

Alemanha, França e Grã-Bretanha, onde civis foram mortos e feridos em ataques por militantes islâmicos nos últimos anos, vinham pressionando o Facebook e outras empresas de mídia social, incluindo o Google e o Twitter a fazer mais para remover conteúdo militante e discurso de ódio.

(Por Abinaya Vijayaraghavan, em Bengaluru)

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

Reuters