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Trump fala em Hialeah, na Flórida 16/4/2018 REUTERS/Kevin Lamarque

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WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, adiou a imposição de sanções adicionais sobre a Rússia e não deve aprová-las, a menos que Moscou realize um novo ataque cibernético ou alguma outra provocação, disse uma autoridade sênior do governo nesta segunda-feira.

A embaixadora dos EUA na Organização das Nações Unidas, Nikki Haley, disse no domingo que Washington estava preparando novas sanções contra a Rússia devido ao seu apoio ao presidente sírio, Bashar al-Assad.

"A embaixadora saiu na frente desta vez", disse à Reuters a autoridade do governo que lida com a questão, sob condição de anonimato.

O Washington Post informou primeiro que Trump havia interrompido um plano de sanções econômicas adicionais à Rússia.

A autoridade disse que Trump estava preocupado que impor imediatamente mais sanções, logo depois dos ataques do fim de semana contra Assad liderados pelos EUA, interferiria em seus esforços para negociar acordos com o presidente russo, Vladimir Putin, para combater o extremismo islâmico, policiar a internet e outras questões.

Os EUA tomaram recentemente uma série de medidas contra a Rússia, incluindo a expulsão de diplomatas devido a um caso de envenenamento no Reino Unido e a imposição de sanções contra 24 russos, incluindo aliados de Putin, por causa da interferência nas eleições presidenciais norte-americanas e outras "atividades malignas". Moscou nega qualquer irregularidade.

(Por John Walcott; Reportagem adicional por James Oliphant, Steve Holland e Lesley Wroughton)

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