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Grupos organizam tributo a professor francês decapitado; 11 pessoas foram presas

Este conteúdo foi publicado em 18. outubro 2020 - 17:09

PARIS (Reuters) - Uma 11ª pessoa foi detida neste domingo, disse a polícia francesa, enquanto autoridades investigavam o assassinato de Samuel Paty, um professor de história que foi decapitado por um suposto islâmico em um ataque que chocou o país.

A revista satírica Charlie Hebdo, cujos escritórios foram atacados em um assassinato em massa há cinco anos, estava entre os grupos que organizavam uma homenagem a Paty em Paris à tarde.

O professor de 47 anos foi morto na sexta-feira em frente à sua escola em um subúrbio de Paris. O agressor --de 18 anos, nascido na Rússia e de origem chechena-- foi morto a tiros pela polícia logo após o ataque.

O professor havia mostrado a seus alunos neste mês cartoons do profeta Maomé em uma aula sobre liberdade de expressão, irritando vários pais muçulmanos. Os muçulmanos acreditam que qualquer representação do Profeta é uma blasfêmia.

(Por Sybille de La Hamaide)

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